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Hoje a Canon apresentou algumas novidades ao mercado fotográfico. Fiquei feliz, pois vem coisa boa por aí!

A primeira grande novidade, foi a confirmação da EOS 7D. A mim, pareceu uma sucessão da série semi-pro, sucedendo a 50D.

Processamento duplo, 18MP, video em Full HD e novo sensor, porém APS-C (com crop de 1.6x). A grande evolução no meu modo de ver é o comando remoto presente no flash incorporado. Algo que a Nikon já apresentava há muito tempo e que me incomodva pela praticidade que se oferece ao usuário!

Mais duas objetivas EF-S foram apresentadas: 15-85mm e 18-135mm. Ambas, boas novidades, porém inúteis para quem usa Fullframe.

Agora, o que realmente mexeu com meus nervos foi a nova Macro 100mm f/2.8 IS L, com o novo sistema híbrido de estabilização! Nusga! Essa sim me fez já pensar na lista de próximas aquisições, pois se a antiga já era um espetáculo (e um dos meu xódos), com essa listra vermelha no corpo agora, com certeza vai arrebentar!

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Hoje participei do Seminário Direitos Autorais na Fotografia, que divulguei aqui há alguns dias.

Durou o dia quase todo e não poderia deixar de fazer algumas considerações aqui sobre o que eu percebi.

Em primeiro lugar, as palestras foram comandadas por pessoas extremamente capazes, e com certeza acrescentou muita coisa. Em segundo lugar, fiquei abismado com o número de pessoas presentes: EM TORNO DE 80-90 (APENAS!).

Olhei aquilo e pensei: Se as pessoas soubessem o tanto de coisa que se “acha” aí fora sobre direito autoral, ou não se tem nem idéia de que se pode ou não pode fazer, estariam aqui. Digo, pois algumas discussões me surpreenderam, com novidades e coisas que eu nem imaginava realmente!

Tinha coisas que eu jurava ser legais, outras ilegais,  e que na verdade, são totalmente o contrário!

Enfim, o motivo do post é alertar todos os leitores e no caso, fotógrafos principalmente, de que tem muita coisa boa sendo discutida por aí. Assuntos de extrema importância e proteção ao nosso trabalho como fotógrafos! Quem foi, sabe do que estou falando! Antes de tomar qualquer atitude referente ao seu trabalho, seus clientes ou utilização de imagens de terceiros, tenha certeza de que se está agindo corretamente. Caso contrário, a dor de cabeça pode ser enorme!

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Lendo o último post de Armando Vernaglia Júnior, me senti obrigado a aderir a sua campanha, portanto reproduzindo aqui o texto bem escrito por ele (como de costume). Concordo em gênero, número e grau!

“Existe um fenômeno irritante que parece ter piorado de uns tempos para cá, você pode constatá-lo ao folhear as principais revistas e jornais brasileiros, bem como publicações menores e menos importantes.

Em um primeiro momento temos a impressão de que existe um fotógrafo quase milagroso, que consegue publicar fotos das mais diversas, nas mais diferentes pautas e em todas as publicações. Seu nome: Divulgação.

Mas espere um pouco, desde quando divulgação é nome?

Acontece com uma freqüência absurda. Que uma vez ou outra, na correria do fechamento de uma publicação, não consigam descobrir o nome do autor de uma foto e resolvam colocar o famigerado “divulgação” eu tento entender, mas acontece em quase metade das fotos publicadas, o que mostra na verdade um tremendo desrespeito.

Além de anti-ético, essa atitude é ilegal. O crédito ao autor da imagem é uma obrigação de quem publica, não apenas um direito do fotógrafo. O mesmo vale para ilustradores e cinegrafistas.

Eu não trabalho com fotojornalismo e quase nunca para editoriais em revistas, mas tenho diversos amigos nessas áreas. Constantemente os vejo reclamando que alguma foto saiu com destaque em algum lugar mas sem os créditos.

Por medo de perder o já escasso ganha pão a maioria não briga por seus direitos e não processa os publicadores, estes por sua vez, mesmo cientes das obrigações legais, mantêm-se confortáveis pois sabem que os fotógrafos precisam do trabalho.

No mercado publicitário, com o qual convivo diariamente, é raro haver algum crédito ao fotógrafo, mas aqui há uma explicação plausível. De forma geral uma campanha não é fruto de uma pessoa, mas de um processo criativo que envolve diretor de arte, redator, assistente, produtor, designer, fotógrafo e logicamente o cliente. Uma campanha é um produto coletivo e leva a assinatura da agência que reuniu toda a equipe.

É bom que se diga que em alguns trabalhos do mercado publicitário deveria haver crédito, pois existem peças e campanhas totalmente centradas na fotografia. Pelo menos não usam o famoso “divulgação”.

De volta ao mundo editorial, outro fator importante é que notícia com foto tem maior índice de leitura e atenção do que as publicadas apenas com texto, assim como uma nota de imprensa com foto é sempre um trunfo para as assessorias quando chega a hora de cobrar valores maiores de seus clientes. Por esses motivos passou da hora de valorizarem e creditarem os fornecedores de algo com tamanha importância.

Inicio aqui uma campanha: Fotógrafo tem nome e não é divulgação.

Aos amigos leitores, fotógrafos, especialmente os de jornalismo e editoriais, fiquem à vontade para usar o slogan acima, ou este texto inteiro se acharem útil, pois de alguma forma esse péssimo costume de não creditar os autores terá de parar”.

www.vernaglia.com.br