Hoje participei do Seminário Direitos Autorais na Fotografia, que divulguei aqui há alguns dias.
Durou o dia quase todo e não poderia deixar de fazer algumas considerações aqui sobre o que eu percebi.
Em primeiro lugar, as palestras foram comandadas por pessoas extremamente capazes, e com certeza acrescentou muita coisa. Em segundo lugar, fiquei abismado com o número de pessoas presentes: EM TORNO DE 80-90 (APENAS!).
Olhei aquilo e pensei: Se as pessoas soubessem o tanto de coisa que se “acha” aí fora sobre direito autoral, ou não se tem nem idéia de que se pode ou não pode fazer, estariam aqui. Digo, pois algumas discussões me surpreenderam, com novidades e coisas que eu nem imaginava realmente!
Tinha coisas que eu jurava ser legais, outras ilegais, e que na verdade, são totalmente o contrário!
Enfim, o motivo do post é alertar todos os leitores e no caso, fotógrafos principalmente, de que tem muita coisa boa sendo discutida por aí. Assuntos de extrema importância e proteção ao nosso trabalho como fotógrafos! Quem foi, sabe do que estou falando! Antes de tomar qualquer atitude referente ao seu trabalho, seus clientes ou utilização de imagens de terceiros, tenha certeza de que se está agindo corretamente. Caso contrário, a dor de cabeça pode ser enorme!


Dada a importância do assunto, sugiro um curso sobre o mesmo, lá na Escola de Imagem, curso este a ser ministrado por um especialista no assunto.
Poxa eu tinha tanto interesse em comparecer nesse seminário, mas moro mto longe e aqui na minha cidade (interior) não tem nada de palestras, seminarios, cursos relacionados a fotografia. Mês que vem me mudo para BH e farei de tudo para desfrutar das informações que são oferecidas. Sou fotografa iniciante e tenho mtas duvidas e mta vontade de aprender. Que bom que o seminario valeu a pena e que pena que mtos não deram importância.
Olá Raphael Fraga…
Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pelo blog. Está nota 10.
Bom, apenas para complementar o comentário do João Flávio….esse assunto, direitos autorais na fotografia, deveria ser encarado como “conscientização” aos profissionais. Não acha? Então, concordo com a sugestão dada de elaboração de um curso, ou mesmo, workshops, e até mesmo uma implantação do assunto nos cursos de “maior” importância. Exemplo, curso de casamento, book externo etc…Ah, e por que não postar algumas informações no blog!
T+