abril, 2010 Archives

João Roberto Ripper (Rio de Janeiro, 1953) trabalhou como repórter-fotográfico dos seguintes jornais e agências fotográficas: Luta Democrática, Diário de Notícias, Última Hora, O Globo, Agência F4 e Imagens da Terra.

Atuou como diretor na Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro, no Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro e na Federação Nacional dos Jornalistas. Foi coordenador das campanhas pela obrigatoriedade do crédito na fotografia e contratos de direito autoral e o responsável pela criação e implantação das tabelas de preços mínimos. Idealizador e coordenador do Projeto Imagens do Povo do Observatório de Favelas. O projeto engloba a Escola de Fotógrafos Populares e a agência Imagens do Povo.

Fundador e coordenador da organização não governamental &Imagens da Terra&, entidade de defesa dos direitos humanos, atuando principalmente na cobertura fotográfica de conflitos sociais (sem terra, índios, trabalho escravo, trabalho infantil, favelas, entre outros).

Atualmente desenvolve trabalhos como freelancer para os seguintes órgãos: Washington Post, New York Times, Le Monde , Herald Tribune, Revista Nacla, Revista da Fundação Ford, Revista Tempo e Presença, Revista Novamérica´, Revista Senac, Educação Ambiental, Agencia Rapho, revista Século, Revista Marie Claire, Revista Caros Amigos, Revista Veja, Revista Tudo , Revista Domingo (Jornal do Brasil), Revista Sem Fronteiras.

É professor convidado do curso de Pós-Graduação em &Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais&, da Universidade Cândido Mendes (Rio de Janeiro).

Desde 1995 coordena oficinas de treinamento para professores universitários e da rede de ensino médio e estudantes. Há 13 anos faz documentação social em comunidades indígenas do Mato Grosso do Sul, principalmente entre os Guaranis-kaiowás. Documenta trabalho escravo e infantil, com enfoque especial para fazendas na Amazônia, principalmente no sul do Pará, e projetos de recuperação de crianças, além de atividades de grupos de profissionais como carvoeiros, caranguejeiros e marisqueiras.

Publicou, em 2009, o livro &Imagens Humanas&, que apresenta 195 fotos, algumas inéditas, selecionadas a partir de um acervo de 150 mil imagens, que arrebatam o olhar e traduzem a realidade desse país, com a sensibilidade que legitima o trabalho do mestre Ripper. Índios, mulheres, crianças, idosos e trabalhadores no seu cotidiano, sofrendo, sorrindo, vivendo. Nas ruas, nos assentamentos, nas favelas, nas fábricas, nos casebres, onde realmente vive a maioria. O livro apresenta ainda uma entrevista exclusiva com Ripper, que é referência no cenário da fotografia documental brasileira. O lançamento é parte das comemorações dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e os direitos autorais serão integralmente doados para o Fórum de Direitos Humanos de Santo Antonio de Jesus, na Bahia.

Site do Imagens Humanas, banco de imagens de Ripper,

http://www.imagenshumanas.com.br/

Quem é proprietário dos Macbooks, principalmente os brancos, da antiga família, sabe bem do que estou falando.

Mesmo com muito cuidado e muita manutenção (eu sou chato nsse ponto), limpando toda semana, não tem jeito! Fica encardido e as teclas acumulam uma sujeirinha nas bordas.

Recentemente, conversando com a Bruna Mibielli, professora aqui da Escola, descobri que ela tem um técnica infalível e que todo mundo precisa saber! Os produtos específicos e destinados a limpeza de computadores não resolvem no caso dos Macs.

Testei no book, no teclado do desk e finalmente me sinto tranquilo em postar. Anota aí:

1 – Você vai precisar de sabão de côco – líquido e o mais puro possível, sem aromatizantes e cia. Ou em barra (achei mais prático assim), que naturalmente é bem neutro.

2 – Paninho ou cotonete levemente úmido.

3 – Paninho ou cotonete seco.

Como fazer: Passe levemente o pano úmido sobre a barra de sabão e limpe as teclas e a carcaça do dispositivo. Não passe na tela! Para essa, os produtos convencionais resolvem!

Assim que passar o pano úmido, venha em seguida secando com o outro pano. Teste em uma das teclas antes, para se sentir cofortável e seguro em continuar.

Cuidado para que o excesso de umidade não penetre entre as teclas e lembre-se, faça tudo isso com o aparelho desligado!!!

Tenho certeza que a dor de cabeça com esse encardido incômodo nunca mais vai amolar!!! Aproveite e vá fazendo a manutenção do bichinho periodicamente!

Se possível, comente aqui depois e deixe sua impressão, só para fortalecermos essa técnica de fazer a limpeza para os visitantes futuros!