Como de costume, foi o que busquei neste carnaval. Longe da bagunça, da farra, do barulho e até mesmo das confusões.
Fazenda, lagoa, pescaria, frutas, rede na sombra, milho assado no fogão a lenha e pamonha! Nada além disso me pega no carnaval…
Como de costume, foi o que busquei neste carnaval. Longe da bagunça, da farra, do barulho e até mesmo das confusões.
Fazenda, lagoa, pescaria, frutas, rede na sombra, milho assado no fogão a lenha e pamonha! Nada além disso me pega no carnaval…
São eles que devemos cultivar e preservar, pois ali sempre haverá compreensão, amor, dedicação. Umas vezes mais facilmente, outras, com duro labor… e noutras ainda sem entender bem o porque, doando-nos incondicionalmente…
Na simplicidade do outro, longe dos valores modernos que nos são impostos e pelos quais nos deixamos controlar, a singela felicidade de uma vida farta e modesta, que acolhe, que recebe sem distinções, que abdica em favor do outro. Que olha pra frente e não pra trás, buscando qualquer tipo de culpa ou culpado; que pensa que sempre é possível melhorar.
Depois de 10 anos sem encontrar meu avô, comecei a entender muita coisa sobre a vida. Coisas que eu jurava compreender, e que neste feriado felizmente tive a sorte de discutir e aprender, numa convivência de 4 dias. Pareceram 4 anos, que serviram para nos unir muito, numa conversa que meu avô considerou de “homem pra homem” e que realmente me mostrou o que são 80 anos de experiência perto da minha vã sabedoria moderna.
Coisas simples que podemos fazer pelo outro recebendo um sorriso de gratidão sem tamanho, e sem preço. Palavras que são ditas e que podemos ver a origem certa: o coração. Pessoas que nos querem bem, e àqueles que queremos bem, sem questionamentos e dúvidas…
Corremos, trabalhamos, discutimos e magoamos as pessoas diariamente sem sequer refletirmos sobre a importância de cada um que cruza nossos caminhos. Olhamos apenas o que nos interessa e o que de bom aquela pessoa pode nos trazer, naquele momento. Esquecemos do que o outro pode estar precisando…
Obrigado Deus, obrigado vô, obrigado pai, obrigado mãe, esposa, amigos, obrigado a todos que de alguma forma fazem parte da minha vida.
Estou fazendo uma reorganização de meus arquivos e tenho encontrado muita coisa das quais nem me lembrava. Algumas desta fotos eu vou apresentar a vocês aqui, separadas por temas. A primeira delas será a sessão de orquídeas e bromélias, plantas cujas flores são belíssimas e, na minha opinião, muito sensuais. Se iluminadas de uma forma criativa, o resultado é sempre muto interessante. Tenho um acervo bem grande delas aqui, portanto segue uma amostra apenas.
Fotos: Raphael Fraga
Como assunto e notícia boa tem que ser passada pra frente, vou repassar esta dica que li no blog do meu amigo Henrique Ribas, que descobriu uma revista super bacana e disponível gratuitamente para download. No estilo da JPG, com belas imagens e conteúdos interessantes, a revista DNG Foto, em espanhol, é uma fonte de consultas que devemos acompanhar. Curiosamente, era desconhecida por mim e por muitos outros fotógrafos, mas está aí na edição de número 30 já. E não podemos deixar que corra o risco de ser extinta, portanto aproveitem! As 30 primeiras edições estão disponíveis para download a seguir:
Edição 30 / Edição 29 / Edição 28
Edição 27 / Edição 26 / Edição 25
Edição 24 / Edição 23 / Edição 22
Edição 21 / Edição 20 / Edição 19
Edição 18 / Edição 17 / Edição 16
Edição 15 / Edição 14 / Edição 13
Edição 12 / Edição 11 / Edição 10
Edição 09 / Edição 08 / Edição 07
Edição 06 / Edição 05 / Edição 04